ARTIGO: Os juros de financiamentos e James Bond – Qualquer semelhança é mera coincidência

Os juros de financiamentos e James Bond – Qualquer semelhança é mera coincidência

Quem já não assistiu pelo menos 1 filme de James Bond, o 007, o famoso agente que se infiltra no espaço do inimigo com n maneiras e disfarces o qual se faz passar desapercebido até começar a agir e quando o inimigo descobre já é tarde.

Por que estou narrando isto;

Recentemente o governo lançou um pacote para alavancar as vendas na área automotiva, suspendendo o IPI e reduzindo as taxas de financiamentos.

Pois bem, com referencia ao IPI, acredito ser uma grande sacada, pois o valor do veiculo, porem quando falamos em taxa de juros de financiamento, acredito que devamos nos preocupar.

Bancos buscam atrair o cliente nos comerciais de TV alegando que o Banco X abaixou a taxa de juros, o Banco Y abaixou mais a taxa de juros que o banco X e vice versa.

A corrida da população em busca desta “promoção” me preocupa, pois aumentou a demanda de empréstimos bancários em cerca de 30%, depois do lançamento do pacote. Porem são oferecidos pelos bancos a seus clientes  pacotes e cestas econômicas juntamente com o empréstimo que nos incentivam os cartões e créditos  do pacote.

Pois é, esta redução de juros de financiamento é como o nosso amigo James Bond, o 007, se infiltra sem percebermos e quando nós acordamos, já estaremos com o saldo devedor e devendo valores altíssimo de juros para o banco.

É 007 é um agente que defende e procura o bem estar nos tirando das mãos dos inimigos e automaticamente dando uma qualidade de vida, enquanto a outra situação, a dos juros ……………………. pense o que achar conveniente.

Wagner Villalva

5 respostas em “ARTIGO: Os juros de financiamentos e James Bond – Qualquer semelhança é mera coincidência

  1. Wagner
    Como sempre excelente observador, concordo e compartilho sua preocupação, pois em um momento onde devemos ter cautela face o que tem ocorrido no mundo e principalmente na Europa, que até outro dia era considerada exemplo de estabilidade e equlibrio financeiro, acredito que deveríamos ter consciencia e ficarmos muito atento o que essas medidas realmente tem como objetivo………
    um abraço

  2. O pior é que a grande maioria das pessoas é imediatista, só pensa no “Aqui e Agora”. Agem por impulso, sem calcular as consequências. É assim em qualquer parte do mundo. O Governo dá a corda e o cidadão se enforca… foi assim, por exemplo, nos Estados Unidos com a bolha imobiliária… a Europa está vivenciando o mesmo e por aí vai… triste, mas a história se repete…

  3. Ola Wagner,excelente comparação! pois se observarmos, na crise mundial do ano de 2008 o Governo iniciou esta sacada para incentivar o consumidor a comprar mais e mais, para que as empresas não demitissem os funcionários,e com isto o Governo teria uma imensa despesa com seguro desemprego ,e uma alta no desemprego ,deixando uma imagem de seu governo negativa,e com este incentivo cresceu sua credibilidade,mas pelo outro lado as pessoas ficaram cada vez mais endividadas desde então até o exato momento.. .

    Parabéns!

    Abraços.

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